Intel Brasil pede por mais investimentos em TI

"Muito já foi feito pelo governos latino-americanos para acelerar a adoção de tenoclogias da informação e comunicação para ajudar os países a se fortalecerem em época de crise econômica. Mas não se pode negar que há ainda muito trabalho a fazer até que efetivamente as populações sintam os efeitos desses investimento". É o que afirma Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel Brasil, em artigo divulgado via release para a impresa.

Uma dos fatores que mostram o pouco investimento na área é a cobertura de internet banda larga na região. Segundo Tietê, a conexão na América Latina é dez vezes mais cara e alcança apenas 5% do território. O Brasil, país continental, concentra o serviço em poucas cidades.


Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel Brasil

Quando se fala de pequenas e média empresas, o assunto é mais sério. "Cerca de sete em cada dez empresas de pequeno e médio porte da América Latina pouco ou quase não utilizam tecnologias da informação e comunicação. Isso resulta em oportunidades perdidas, pois facilitaria em controle de estoque, acesso a novos mercados e na expansão da cadeia de fornecedores", explica Tietê.

Incentivos governamentais

Entretanto, Cássio ressalta a iniciativa de investimentos governamentais para contribuir com o expansão de tecnologias da informação e comunicação no país.

"A eliminação de barreiras internas, como os impostos, nas assinaturas de banda larga para a população de baixa renda em três estados vai ocasionar a diminuição do preço de acesso à internet e resultará em aproximadamente 400 mil novas assinaturas por ano".

Em comparação, Argentina e o Chile já anunciaram grandes investimentos na área de educação pública informatizada e apoio às áreas rurais mais distantes, para que mais pessoas tenham acesso à banda larga.

Os fundos de governo FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) eram o único recurso de fonte primária de investimentos em TI há até um ano atrás. O foco era em apenas dois países: Chile e Colômbia. Mas de acordo com Tietê, a Intel e outras empresas líderes do mercado têm promovido o uso de tecnologia pelo país através do FUST, o que colabora para a diminuição da concentração dos mercados e imprelemntar a tencologia na sociedade.

Futuro promissor

O trabalho, no entanto, está longe de terminar. Para Cássio, alguma ações podem colaborar com a causa para expandir o mercado e estimular o desenvolvimento de TI.

"A criação de empregos, a modernização da educação e a implementção de tecnologias de banda larga acessível a todos devem se manter entre as prioridades dos governantes",

detalha…

"Outras medidas incluem fazem com que a internet chegar a todos os cidadãos a um preço acessível e que permita o surgimento de profissionais capacitados em TI para a própria instrução, além de uma cidadania ativa", continua.

Por fim, a tecnologia, quando bem empregada e levada a sério com investimentos oportunos, pode cooperar com a amenização dos efeitos da crise econômica.

"O dinheiro direcionado à área de TI são benefícios duradouros e que trarão frutos no futuro. Os países da América Latina sairão da crise mais fortes e preparados para continuar competindo no mercado global. Além disso, a popularização da internet ajudam a diminuir as diferenças sociais e melhorar a qualidade de vida dos mais de meio bilhão de habitantes do continente",

finaliza Cássio.

Fonte: Adrenaline

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